Nem todo sofrimento começa com um nome
Às vezes ele aparece como ansiedade, exaustão, tristeza, irritação, perda de prazer, sobrecarga ou simplesmente a sensação de que alguma coisa não está bem.
A psicoterapia pode ser um espaço para compreender o que está acontecendo e construir novas possibilidades de existir.

"Estou vivendo no limite"
Cansaço constante, sobrecarga, dificuldade de desacelerar, sensação de estar sempre precisando resolver alguma coisa ou de não conseguir realmente descansar.
"Perdi o prazer pelas coisas"
Desânimo, tristeza, irritação, vazio, isolamento ou a sensação de que aquilo que antes fazia sentido já não produz a mesma experiência.
"Meu corpo não é mais o mesmo"
Alterações no sono, cansaço persistente, tensão, sintomas gastrointestinais ou outras manifestações físicas que fizeram você começar a se perguntar se existe algo além de uma questão exclusivamente física.
"Preciso parar de sentir..."
Trabalhar mais, beber, usar outras substâncias, comer, comprar, jogar, consumir pornografia, passar horas nas redes sociais ou buscar estímulos constantemente podem, em alguns momentos, funcionar como maneiras de aliviar, evitar ou se afastar de experiências difíceis.
Essas vivências surgem em fases variadas da jornada e carregam significados particulares para cada pessoa.
"Minha mente não desliga"
Ansiedade, preocupação excessiva, pensamentos que se repetem, dificuldade para relaxar ou sensação de estar permanentemente em alerta.
"Estou funcionando, mas não estou bem..."
Você continua cumprindo suas responsabilidades, mas percebe mudanças na relação consigo mesmo, com as pessoas ou com a própria vida.
"Não sei o que está acontecendo comigo"
Talvez não exista um sintoma único. Existe uma sensação de estranhamento, repetição ou sofrimento que você ainda não consegue nomear.
Perspectiva clínica
O que você sente é importante, mas talvez não conte toda a história.
Ansiedade, exaustão, irritação, tristeza, dificuldade de descansar, isolamento ou determinadas formas de buscar alívio podem ser experiências muito concretas.
Mas a mesma experiência pode ter sentidos diferentes para pessoas diferentes.
Aquilo que hoje está fazendo você sofrer tem uma história. Pode ter sido, em algum momento, uma forma importante de lidar com a vida e, ao mesmo tempo, estar relacionado ao que você vive hoje.
Por isso, o trabalho não começa por encaixar você em uma explicação pronta. Começa pela tentativa de compreender como aquilo que você vive hoje se relaciona com a sua história e com a maneira como você aprendeu a lidar com a vida.
O trabalho é construído a partir da sua história
Sem fórmulas mágicas
Não existe uma resposta pronta para aquilo que você está vivendo.

Com uma investigação profunda
O processo começa pelo que está acontecendo hoje, mas vai além dos sintomas. Ao longo da terapia, investigamos sua história, seus padrões de funcionamento, suas relações, suas necessidades e também as circunstâncias concretas que fazem parte da sua vida.
Elaborando alternativas
A partir dessa compreensão, podemos reconhecer o que precisa ser elaborado, o que pode ser transformado e quais outras possibilidades podem ser construídas.
Transformando ao invés de tolerar
A psicoterapia não precisa ensinar você a suportar melhor aquilo que está fazendo mal. Às vezes, compreender nossos padrões permite encontrar novas formas de lidar com a vida. Em outras situações, essa compreensão ajuda a perceber que precisamos estabelecer limites, mudar relações ou questionar condições que não deveriam ser naturalizadas.
Meu trabalho é fundamentado na Terapia do Esquema, uma abordagem da psicoterapia baseada em evidências e voltada à compreensão dos padrões emocionais e relacionais construídos ao longo da vida.
Você não precisa saber exatamente o que está acontecendo para procurar ajuda.

Como começamos?
A primeira conversa é um espaço para você contar o que está acontecendo, entender melhor o que trouxe você até aqui e conhecer a forma como trabalho.
A partir dessa conversa, podemos começar a organizar a sua demanda e avaliar juntos se a psicoterapia pode ser um caminho adequado para você.
Se fizer sentido continuar, outras conversas podem permitir uma compreensão mais aprofundada da sua história, dos seus padrões de funcionamento, das suas relações e das circunstâncias que fazem parte da sua vida.
Esse processo não precisa seguir um roteiro rígido. A profundidade e o ritmo do trabalho dependem do que encontramos juntos.
Você não precisa estar em uma situação limite para procurar ajuda.
Se alguma coisa na sua vida deixou de funcionar como antes, se você percebe sofrimento, repetição ou simplesmente sente que precisa entender melhor o que está acontecendo, isso já pode ser um motivo suficiente para começar uma conversa.
Investimento
R$200,00 por sessão.
Atendimento on-line

Denis Carrer CRP: 06/81995
Quem sou eu
Psicólogo clínico e, antes de chegar à clínica, passei mais de 15 anos trabalhando diretamente com pessoas em contextos de mudanças, responsabilidades, pressão, escolhas e relações.
Ao longo desses anos, aprendi que comportamentos, escolhas e dificuldades também fazem parte de uma história — e que compreender uma pessoa exige olhar para os contextos e relações em que sua vida acontece.
Hoje, como psicólogo clínico, essa perspectiva se articula à Terapia do Esquema, orientando uma escuta construída a partir da história de cada pessoa.
Mais do que encontrar rapidamente uma explicação, procuro compreender com você o que está acontecendo e quais possibilidades podem fazer sentido a partir daí.
Se você chegou até aqui, não precisa decidir agora se quer fazer terapia comigo.
Podemos começar por uma conversa.
Talvez você não tenha todas as respostas agora. E não precisa ter.
A primeira conversa é um espaço para entender melhor o que está acontecendo, o que trouxe você até aqui e o que você espera encontrar na psicoterapia.
Você não precisa chegar sabendo explicar exatamente o que sente, nem estar em uma situação limite para procurar ajuda.
A partir dessa compreensão, podemos avaliar juntos os caminhos possíveis para o seu processo terapêutico.
Você pode decidir depois se quer continuar — e eu também avaliarei, a partir do que conversarmos, se sou o profissional mais adequado para acompanhar o que você está vivendo.
Blog
Série de reflexões curtas, com um olhar sobre o cotidiano, adoecimento e caminhos possíveis.







